Quando é preciso criticar para impulsionar

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No livro “Não tenha medo de ser chefe”, o autor, Bruce Tulgan, diz que “independentemente de quantas pessoas estejam sob sua responsabilidade como gerente, todos os dias é preciso escolher uma forma de aplicar o tempo dedicado ao gerenciamento”. E quando se trata de gerenciar pessoas, um dos pontos necessários é usar o poder da crítica construtiva para impulsioná-las a melhorar e conquistar resultados mais favoráveis.

Existem algumas diferenças quando se pensa em crítica. A crítica construtiva, que ajuda e faz parte de um bom cenário de gerenciamento, é aquela que aponta erros, mas oferece a oportunidade para que sejam consertados. Segundo o Instituto Brasileiro de Coaching (IBC Coaching), quando recebemos uma crítica assim, pode haver certa preocupação no começo, mas depois ela tende a nos motivar e nos faz querer progredir. (mais…)

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TED: Lições de vida de um publicitário

Publicidade agrega valor ao produto, alterando a nossa percepção, ao invés do próprio produto. Rory Sutherland ousa afirmar que uma mudança no valor percebido pode ser tão satisfatória quanto o que nós consideramos valor “real” — e sua conclusão tem consequências interessantes sobre a forma como olhamos a vida.
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Por que é melhor ser líder do que chefe (e como se tornar um)

Chefiar ou liderar? Parece a mesma coisa, mas não é. Enquanto um chefe costuma olhar para o time do alto, como uma espécie de comandante que tem que lidar com o batalhão para alcançar resultados, um líder não apenas se sente motivado em orientar o crescimento das pessoas com quem trabalha, mas faz com que elas se sintam parceiros fundamentais, colaboradores que precisam e gostam de fazer sua parte para a empresa conquistar resultados. De forma resumida, o primeiro comanda, centraliza e cobra. O segundo orienta e motiva a equipe. De qual lado você está?

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Aprenda sempre – e leve essa ideia para a empresa

Como se destacar em um mundo que está sempre mudando e exigindo conhecimentos novos? A palavra-chave é: aprendizado. Não há como se destacar no mercado e criar vantagem competitiva sem ter conhecimento. E, se isso vale para cada profissional, também vale para cada empresa. Desta vez nos baseamos em um artigo* da Business Camp para levar até você alguns pontos importantes sobre o assunto. Confira!

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Até os Beatles ouviram não

Fracassar antes de ser bem-sucedido é mais comum do que se pensa. A receita para virar o jogo é simples: aprender com os erros e buscar caminhos novos. Duvida? Veja, então, a história destes famosos.

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Albert Einstein:  O físico alemão, conhecido por sua genialidade e responsável pelo desenvolvimento da teoria da relatividade geral, um dos pilares da vida moderna, chegou a ser considerado mentalmente limitado quando criança. Ele só começou a ler aos 7 anos e falar aos 4, e sua família e professores não consideravam que fosse normal. Chegou a ser expulso da escola e recusado pela Escola Politécnica de Zurique.

Charles Darwin: Conhecido por sua teria da evolução, que explica os princípios da seleção natural, ele fez sucesso perante a comunidade científica. Antes disso, porém, o naturalista e biólogo foi considerado uma criança excêntrica e sonhadora, que tinha o hábito de colecionar besouros e preocupava a família com sua obsessão. Chegou a começar o curso de Medicina, mas não conseguiu dar sequência ao mesmo. (mais…)

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Você e a empresa estão falando a mesma língua?

Se tivesse que avaliar como anda a comunicação na sua empresa, que nota você daria? E o seu poder de se comunicar bem no ambiente de trabalho? Será que você está recebendo e compartilhando as informações necessárias? A comunicação está acontecendo da forma como deveria?

No prefácio do livro Como implantar uma área de comunicação interna, o autor Paulo Clementediz que “uma das comunicações mais desafiantes é aquela com o público que julgamos ser o que mais conhecemos: o público interno”. Isto em razão de fatores como a natureza do relacionamento, a proximidade do receptor  e do emissor e a influência da comunicação informal, entre outros. Diz ele: “Nenhum público é tão criativo na geração de boatos nem tão sensível aos seus efeitos do que o público interno”. E isso explica a importância da comunicação correta dentro de uma empresa.

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Chega de atrasos!

Qual a sua reação quando compra um produto e ele é entregue exatamente no prazo prometido? E quando é entregue antes do prazo? Bem melhor, hein? Para surpreender os clientes da sua empresa – e os chefes também – não há mistério: além de oferecer qualidade sempre, vale melhorar os prazos de entrega dos trabalhos, algo que pode ser conquistado através do uso de indicadores de desempenho e com algumas dicas úteis a serem aplicadas no dia a dia!

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Para ajudar nesta tarefa, separamos e avaliamos 5 sugestões mencionadas em um artigo muito interessante do Businesscamp sobre o assunto. Confira: (mais…)

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Eficiência X Eficácia: como conquistar um pouco mais de cada uma

Você sabe diferenciar eficiência de eficácia? Não tenha vergonha caso a resposta seja negativa, afinal, esta é uma dúvida bastante comum. Para Peter Drucker, considerado o “pai” da administração moderna, as palavras podem ser definidas da seguinte forma:

- Eficácia é fazer as coisas certas, ou seja, um gerente precisa entregar um projeto no dia X e ele entrega no dia X.

- Eficiência é quando se realiza as operações em menor tempo, orçamento e recursos do que o previsto, ou seja, um exemplo seria este mesmo gerente entregar o projeto dois dias antes do combinado.

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